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E sobre o desapego?

    Sabe aquele tipo de pessoas que tem uma certa dificuldade de fazer novas amizades e relacionamentos? Não estou falando de alguém antissocial ou que tem dificuldades de interagir em um novo meio, mas me refiro a pessoas que quando confiam em outro alguém pra ser amigo ou ter um relacionamento de intimidade acaba se entregando de corpo, alma e até o ultimo fio de cabelo. E esse apego é tão forte que quando a ausência do outro se faz presente, também se faz presente uma dor que é quase inexplicável.
    Como sempre, digo isso com base a alguns experiencias recentes, ao observa-las pude perceber que uso esse tipo de mecanismo há um bom tempo (mecanismo este que irei citar daqui a pouco). Pra falar a verdade eu tenho bastante amigos, contudo, moram em cidades bem distantes e minha interação passa a ser virtual, quase todos os dias eu abraço minha mãe e meus irmãos: “Tchau mãe, abraços e diz pro’s meninos que mandei abraços e beijos!” .. O que acontece? Acontece que essa relação virtual de email, msn, mensagem de texto no celular e ligações me deixa atordoada e quando percebo ou imagino que nunca mais verei o outro ser na qual estou me relacionando, inicia-se a fase de desapego “antecipada”.
    Fase de Desapego Antecipado? É .. Acredito que voce alguma vez na vida já sentiu ou até mesmo praticou uma das características dessa fase em nossas vidas: que são: deixar de atender um telefonema, responder um twitte ou uma mensagem do msn depois de 10min, responder com menos frequências os torpedos no celular ou até mesmo deixar de colocar crédito no celular pra servir como desculpa das mensagens e ligações não retornadas.
    Enfim, viver o desapego acontece quando por mais que você ame, goste, queira uma pessoa perto que está a km de distancia longe de você, ainda sim, você prefere se esquivar dela e de sua presença. Sabe, eu queria muito ligar pra um amigo na noite da véspera do natal (como havia prometido pro mesmo), mas o meu egoismo foi maior e não liguei.
    Também penso que sem o apego não existe desapego. Com base nisso, pude concluir que pra evitar essa dor quase que inconformável da perda é bem melhor evitar relações intima, seja de amizade, namoro e afins.
    Esse é um pensamento meu, baseado em minhas experiencias.. Caso queira colaborar com o seu pensamento sobre esse assunto deixe seu comentário abaixo, deixe sua opinião  sua critica. Com muita certeza vai enriquecer esse pensamento!

Falando de Lembranças

São armadilhas suaves que nos pegam pelas pernas, e nos enlaçam. Dão cama, casa e comida enquanto a gente acha que reconstrói tudo aos poucos – sem saber que tudo aquilo vai desmoronar num piscar de olhos. Subtraem enquanto a gente acha que soma. E somem num instante. Deixam a gente em pó suspenso no ar. Embaçam os óculos e atrapalham a respiração. Lembranças são a marcha ré disparada sem querer no meio do engarrafamento.

E a gente bate com tudo no que deveria nem encostar.

Embaçam a vista e a vida. E se fazem de dissimuladas: o que era ruim desaparece e o que nem era tão bom assim ganha um peso de sobrecarga. Um sorriso de lado vira a coisa mais bonita que a gente já viu. E as histórias de corações partidos são substituídas por mal-entendidos irreais. As lembranças se misturam e se chocam. Servem de travesseiro pras noites mal dormidas. E acabam recriando cafunés que nunca existiram.

Lembranças são o resto da memória que ainda vive. Se escondem nos ralos e nos cantos escuros do corredor da casa. Se disfarçam de porta-retratos e roupas guardadas. É nelas que a gente revive o que a gente foi – e o que nunca foi também. Elas não são feitas de deixar de ser. Elas são, e nos cutucam na ferida aberta a cada novo momento. Sem alarme de incêndio pra avisar do fogo. São queimaduras de segundo grau que a gente ganha pela exposição prolongada ao passado. E nos transportam para o ponto final do início de tudo. O fim de alguma história se torna ponto de partida – e mal sabemos nós que estamos presos a um ciclo vicioso de repetições. Tanto das lembranças quanto das ações. E os fins entortam os meios.


E a gente parece não lembrar direito o que aconteceu. Só se lembra de que acabou. Ou que nem chegou a existir.

Elas são de uso exclusivo aos que possuem corações fortes. São prescritas de forma a seguir uma bula de nostalgia e sofreguidão. É como colocar um doce na boca de uma criança e tirá-lo depois. Só que as crianças somos nós. E daí nos prescrevem tarjas-pretas.

Lembranças podem nos levar à loucura, de fato. Mas eu espero que a nossa loucura possa ser perdoada. Porque a gente ainda não descobriu como se desfazer do doce vício de relembrar antigos diálogos e fotografias.

10 sinais de que ele não está tão a fim de você


Quando se está envolvido com alguém, principalmente se for algo com raiz emocional, a tendência é que as evidências e situações não fiquem tão claras assim para quem vive o relacionamento. Uma das coisas mais comuns que eu vejo por aí são pessoas vivendo sozinhas em relacionamentos. Elas remontam uma história inteira preenchendo com expectativas e esperanças os buracos que são evidentes (ou nem tanto assim) aos olhos dos outros. E agora? Aqui vai uma lista com sinais de que ele não está tão a fim de você.



1. Ele não liga, não responde as mensagens, não se preocupa em manter contato. Só entra em contato quando quer te ver e na hora em que ele quer. E vem sempre com aquele papo de saudades para te amolecer. É da boca pra fora.

2. Ele não faz a menor questão de te apresentar pros amigos (e família é um sonho distante de conto de fadas então). Sempre que acontece alguma festa de amigos ou do trabalho, ele nem te convida. Diz que é íntimo demais e não quer adiantar as coisas. Ele não quer é ter trabalho de dizer pros amigos que você não vai ficar por muito tempo na vida dele.

3. Caso você tenha a sorte de ser apresentada a algum amigo dele, o tratamento dele é aquele de “essa é minha amiga fulana”. Ele não te categoriza como namorada porque não é o que você é. E você ainda tem esperanças de que isso mude daqui a algum tempo. Boa sorte com isso.

4. Ele sempre fala sobre ele mesmo e todo aquele papo egocêntrico de quem não tem o menor interesse sobre a sua vida e nem espera que você diga algo que o interesse. Ele te usa como ombro amigo nas horas vagas entre o futebol e o churrasco para desabafar e ser ouvido.

5. Ele diz que te ama, que não vive sem você, mas não vê necessidade nessa pressa de oficializar as coisas. Afinal, vocês só estão juntos há alguns 6 ou 7 meses. Ele é desses que tem aversão à pressão da sociedade em ter que estabelecer um relacionamento fixo. Ele diz que não precisa disso só porque ele não quer isso.

6. Ele passa muito tempo longe e você acompanha a rotina de badalações e loiras gostosas com ele nas fotos das redes sociais. Depois ele volta, carente e com cara de cachorro pidão pro seu lado e diz que você é a mulher da vida dele.

7. Ele não se dedica no pseudo-relacionamento e nunca está disponível afetivamente para tratar de assuntos como DRs e afins. Ele diz que não gosta desse papo e que prefere o sexo e fim. Ele não gosta mesmo é de você.

8. Se o cara tiver namorada e te der mole, prometendo largar a namorada por você e porque se encantou: ele não vai largar. Ele só quer uma diversãozinha de vez em quando pra sair da rotina. Quem vai continuar com o status no Facebook de “em relacionamento sério” é a outra guria lá.

9. Ele não sente ciúmes, mas é possessivo com você. Ele não faz por onde, mas exige sua companhia quando bem entende. Ele não te leva a lugares conhecidos e gosta de sair só com você, sem mais ninguém por perto. Não é porque ele é reservado, é porque ele não quer ser visto com você para não ter que largar o crachá de solteiro.

10. Ele fica contigo em festas, boates e afins. Mas nada de manhã ou de tarde em cinemas, parques, museus. Afinal de contas, esse tipo de coisa é programa de namorado. E pra ele vale aquela máxima “beijou de dia é namoro”. Então ele evita ao máximo.

Discorda de algo da lista? Acrescentaria algo? COMENTE!!

Se você tiver alguma sugestão de tema  é só enviar e-mail para may_ftr@hotmail.com .

Como perder sua namorada


Não recuse a voz dela, rapaz. Só é doce porque tem você na ponta da língua. O contorno do batom tem algum nome idiota que você nunca vai saber e as unhas que te arranham as costas com carinho são de alguma cor exótica para além da sua compreensão masculina. Mas não desvie delas. Nem das unhas, nem dos lábios dela. Ela não se apoia em você à toa. Porque você é a queda e a sustentação dela. Um alicerce meio torto que sempre abala as estruturas. Sem segurança nenhuma. Você é a contraindicação específica dela.
Segure as palavras vãs. Elas vão, mas ela fica. Ela vai, mas elas ferem.
E você é a casca da ferida recente. Que nunca cicatriza porque você resolve abrir de vez em sempre. Na frente dela.
E ela deixa. E sabe. E não sabe por que deixa. Mas a culpa é sua.
Você começa como uma tosse de verão que não faz estrago nenhum. E acaba sendo a razão da conta mensal do analista dela. Já não basta ser o problema, você ainda sugere que seja a solução? Seu soro não se produz em si mesmo. É antiofídico. Atenda o celular e diga que não pode falar agora. Mas nunca a recuse assim, de graça. A entrega dela é por sua conta. Delivery sentimental. E nem tem taxa extra ou cobrança demais no fim do dia porque ela se dá de graça. E você, sem graça, prefere levar nas costas o amor da menina. Que é pra afastar a sua solidão e deixá-la desamparada. Muitas doses de você ao dia causam efeito retardado na fórmula dela.
E ela ignora a bula. É hipocondríaca demais e quase dependente de você.
Sofre de overdose.
Mas no caso dela é falta demais pra aguentar sozinha.
Preencha o receituário e aceite as recomendações, moço. Olhe dentro dos olhos dela e confesse que faz por mal. Se a sua intenção for das melhores, você vai escolher perdê-la de vez agora para, quem sabe, sentir a falta dela e descobrir que foi melhor assim. Que alguns estados são terminais. E que o diagnóstico só é dado quando é tarde demais pra gente admitir que não é a pessoa certa pra alguém. Confira as músicas que ela ouve e o sorriso débil de quem não tem mais forças. Mas ela ainda sorri, e é por você. E tenha alguma compaixão por si mesmo para deixá-la ir. Os médicos agradecem.
Desligue as máquinas e corte a respiração ruim dela. Ela vai aprender a lidar com outros ares.
Siga essa receita até o fim e entenda que ela sofria da doença de amor errado.
Perca-a de vez.
Ao contrário do que ela pensa, ela não vai morrer por você. Nem da falta de você!

Pra você que já perdeu um Amor!


          Frio na barriga, nó na garganta, vontade de gritar e espernear, na verdade não importa tudo isso, porque na verdade você nunca soube muito bem que sabor tinha aquele tal adeus. Ele se foi! Adeus tem gosto de pólvora fresca, pronta para explodir quando alguém aperta o gatilho bem na sua direção. Agora você já sabe o sabor de um adeus.
          Deixemos a dor de lado por um tempo. Eu sei que você deve ter desanimado e que seria clichê não admitir que você passou a fechar mais as portas e a girar mais maçanetas. A porta do seu quarto ganhou um aviso diferente. “Perturbe”. Você quer qualquer coisa que faça barulho e adentre o seu espaço sem bater duas vezes. Pra dizer a verdade, todos nós queríamos mesmo é que aquele amor perdido escancarasse todas as nossas portas e janelas e corações e a gente nem ia tentar conter as lágrimas. Nem homens, nem mulheres. Ninguém se salva da esperança lenta que cisma em dizer: o que você ouviu foi um até logo, ele volta!. Logo mais o amor volta. Eu sei que não volta. Se você ainda tiver dúvidas, pare de me ler neste exato momento. Essa carta é pra quem já perdeu algum amor de vez e enxerga isso quando bate uma angústia calma do nada. É pra quem pendura um aviso de que quer alguém pra quebrar o silêncio que fica quando todo mundo resolve se calar de vez. Só me entende mesmo quem já perdeu um amor.
          Você precisa mais de aconchego do que gente dizendo que vai ficar bem. É a falta de estar preso num abraço quente quando todo o resto é morno ou frio demais pra causar alguma reação espontânea que te faça acordar. E precisa de menos compromissos com agendas e calendários porque as datas sempre lembram aquele dia. 
          Eu não sei como você perdeu o seu amor, mas você deve ter perdido o seu amor num desse olá's sorridentes que não esperam desfechos tristes. Ou num telefonema ou e-mail inesperado que terminava com alguma palavrinha besta e um sentimento de aflição enorme.  Mas olha ao seu redor: você não está sozinho e todos os amores perdidos foram perdidos por alguma razão que ficou pra trás. E todos nós fugimos do silêncio, da espera, das lembranças e das novas promessas.       Todo mundo que já perdeu um amor, da forma que for, já enterrou uma parte de si mesmo e se perdeu. A perda é dupla pra quem fica e serena depois de um tempo. Eu acredito que a gente vá dar conta em algum momento. Amores evoluem e se esbarram por aí. Talvez amores perdidos se correspondam, e nós que ficamos sejamos correspondidos. Talvez eles não entendam que se perderam e nos deixaram mais perdidos ainda. Eles não serão mais encontrados. Mas a gente se acha algum dia.

Bla Bla Blá, eu te amo! (Parte I)

        Eu acredito que a "comunicação", o diálogo é o segredo da manutenção de um relacionamento saudável. Mas em muitos casais, ao invés de se ouvir "discutir a relação"  se ouve "detonar a relação" .. 
       Nesse momento geralmente os "homens" já ficam na defensiva! E as mulheres preparadas pra relembrar fatos que ocorreram no momento em que eles se conheceram.. (rsrs) Mas o que interessa aqui, é que o homem reage de forma diferente das mulheres!
          Segundo o Livro "Porque os homens fazem sexo e as mulheres amor", as mulheres são mais emotivas e expressam com mais facilidade seus sentimentos, pois os neurônios que controlam a emoção são mais desenvolvidos que a dos homens. 
            Outra diferença significativa: enquanto os homens usam mais o lado esquerdo do cérebro, o racional, o sexo feminino usa o mais o lado direito, o da intuição. Para complicar ainda mais as coisas, diferenças culturais podem atrapalhar! Sabe aquela velha história de que enquanto, na infância, as meninas são liberadas para chorar, os meninos são restritamente coibidos? (Isso já explica muita coisa, quanto a formação da personalidade de cada indivíduo).
            Aceitar que as diferenças são apenas diferenças - sem cair em tentação de defender que o jeito feminino é melhor do que o masculino já é o primeiro passo para aprimorar a comunicação.  
  "É mais fácil adaptar-se, do que tentar modificar"
             
Para as mulheres, que tal, por exemplo ser mais objetiva ao descrever o problema que lhe tira o sono em vez de contar uma história sem fim? 

Para tentar entender algumas diferenças entre o sexo feminino e o masculino que tal ler Porque os homens fazem sexo e as mulheres Amor? 

Continua... ;) 
Antes de sair, não esqueça de deixar seu comentário ou sugestão.. 

Gosto de Gentee..


Gosto de gente que é honesta de verdade,
e não apenas porque está sob olhos alheios.
O que não se confunde com santidade;
afinal, não confio em quem “aparenta” ser certinho demais o tempo todo.


Gosto de gente confiável,
com quem eu possa contar
e guarde meus segredos só para si.


Gosto de gente bonita,
porque, me desculpem os feios, beleza é fundamental;
não a beleza puramente estética,
mas aquela que irradia de dentro para fora,
que faz o sorriso brilhar e o olhar reconfortar quem tá perto.


Gosto de gente de verdade, transparente,
que não se esconde atrás de máscaras sociais,
que é o que é.


Gosto de gente sem frescuras, sem falsos pudores, sem hipocrisia.


Gosto de gente segura de si.


Gosto de gente de personalidade forte,
que tem coragem para enfrentar o mundo,
mas que sabe reconhecer seus erros e “dar o braço a torcer”.
Afinal, humildade é a chave que abre todas as portas.


Gosto de gente simples,
que não deixa o poder “subir à cabeça”;
gente que sabe respeitar seus iguais e principalmente seus subordinados.


Gosto de gente líder, não de gente chefe.


Gosto de gente que tá perto,
que faz de tudo para “romper as barreiras geográficas da vida”
e ter tempo para quem diz amar.


Gosto de gente que seja muito, que ame muito,
porque não me contento com pouco.


Gosto de gente realmente companheira, parceira,
porque apenas os títulos não me satisfazem.


Gosto de gente que ama, que ri, que chora,
que é feliz da vida, mas que tem seus dias de mau humor,
gente que vibra, que sofre, mas não se sente vítima da dor.
Enfim, gosto basicamente de gente como a gente,
que apesar dos pesares acredita que viver vale muito a pena.

Para que serve uma relação?


Uma relação tem que servir para você se sentir 100% à vontade com outra pessoa, à vontade para concordar com ela e discordar dela, para ter sexo sem não-me-toques ou para cair no sono logo após o jantar, pregado. 


Uma relação tem que servir para você ter com quem ir ao cinema de mãos dadas, para ter alguém que instale o som novo enquanto você prepara uma omelete, para ter alguém com quem viajar para um país distante, para ter alguém com quem ficar em silêncio sem que nenhum dos dois se incomode com isso. 

Uma relação tem que servir para, às vezes, estimular você a se produzir, e, quase sempre, estimular você a ser do jeito que é, de cara lavada e bonita a seu modo. 

Uma relação tem que servir para um e outro se sentirem amparados nas suas inquietações, para ensinar a confiar, a respeitar as diferenças que há entre as pessoas, e deve servir para fazer os dois se divertirem de mais, mesmo em casa, principalmente em casa. 

Uma relação tem que servir para cobrir as despesas um do outro num momento de aperto, e cobrir as dores um do outro num momento de melancolia, e cobrirem corpo um do outro quando o cobertor cair. 

Uma relação tem que servir para um acompanhar o outro ao médico, para um perdoar as fraquezas do outro, para um abrir a garrafa de vinho e para o outro abrir o jogo, e para os dois abrirem-se para o mundo, cientes de que o mundo não se resume aos dois. 

Sábias palavras de Drauzio Varella


 
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